A iniciativa é uma tentativa inteligente de contornar a ditadura do varejo das grandes lojas, onde cada vez menos marcas ocupam mais espaços nas prateleiras, invibializando o acesso de novos produtos a um canal de vendas eficiente.
Embalados pela explosão de economia da criatividade, em que novos negócios surgem para transformar idéias em produtos e, na tendência do mercado, que indica o caminho de vender cada vez menos, mais tipos de produtos como a lógica do futuro, a loja é uma solução para o que seus criadores chamam de “mini-micro-empreendedores”, ou seja, artesãos, estilistas, iniciantes, designers alternativos, músicos independentes, cientistas de garagem em geral. Pessoas que dedicam seu tempo para tornar uma idéia real, e precisam de auxílio para levá-la ao publico.
O esquema é baseado em três pontos: espaço de prateleira, onde são expostos os produtos, um software que possibilita o acompanhamento de vendas e estoque, e a comunidade que gera suporte aos micro-mini-empreendedores. Cada marca pode criar um profile no site e como isso estabelecer um canal de comunicação com a comunidade da loja. No futuro, a idéia é incluir ferramentas que façam o site ser colaborativo.
Para criar um filtro de qualidade, a loja desenvolveu a compra como endosso. A cada quatro semanas (tempo do contrato padrão) a contabilidade das marcas é analisada e, se por três meses as receitas não forem superiores ao valor do aluguel do espaço, a marca não pode renovar o contrato.
Considerada pelos seus criadores como um projeto de web 2.0 off line, a Endossa quer traduzir para o mundo real e para produtos físicos, o espírito colaborativo do usuário gerador do conteúdo, da comunidade e da interação.
Fonte:http://www.overmundo.com.br/guia/a-loja-colaborativa

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